Eu passo os dias com gente que sabe demais e fala de menos, e talvez esse seja o seu caso. Vinte anos de publicidade me ensinaram que ninguém paga pelo que não entende, então a sua competência, quando você não consegue explicá-la, acaba virando preço de tabela. O que eu faço é tradução: pegar o que você domina de verdade e transformar isso em posicionamento, oferta e reputação que sobrevivem a mais do que uma campanha.
Quem explica mal, cobra pouco.
A frase que eu repito em toda reuniãoSe você é excelente e continua invisível, a razão quase nunca é falta de competência. É que o raso vence o profundo por volume: quem publica trinta vezes por mês aparece mais do que você, que tem trinta anos de ofício, e no vácuo que sobra entra o milagreiro vendendo a aparência da autoridade que você levou a vida construindo.
O erro mais caro que eu vejo é você usar a complexidade do seu trabalho como desculpa para não se comunicar, porque esse é justamente o único vetor do problema que você resolve sozinho. Traduzir não é rebaixar o seu assunto, é encontrar a forma que preserva a precisão e ganha alcance, e o destino dessa tradução não é engajamento, é valor e estratégia.
Meu horizonte de trabalho é década, não trimestre. A pergunta que eu faço em toda decisão de marca é se aquilo ainda vai fazer sentido em 2040, porque reputação intelectual durável se constrói do lado oposto do atalho.
Especialista em especialistas: eu entendo alguém complexo e transformo isso em valor, posicionamento e preço.
Cada um vira uma conversa no WhatsApp, sem formulário no meio. Você já chega dizendo qual assunto quer tratar.
Cada um em versão de 45 ou 70 minutos, com adaptação para convenção, universidade e evento interno.
Por que o raso vence o profundo por volume, e o que você faz a respeito sem virar influenciador.
O método para pegar o seu assunto complexo e transformá-lo em posicionamento, oferta e preço sem perder precisão.
A diferença entre a sua empresa ter pauta de inovação e ter tempo reservado para pensar, e como restrição vira vantagem.
Sobre o médico excelente que está perdendo espaço na era das redes sociais porque acha que não precisa cuidar da própria imagem, já que ser médico bastaria.
Texto longo, primeira pessoa, sem atalho. É onde o argumento fica inteiro antes de virar palestra.
A sua competência calada vira preço de tabela, e a conta chega no seu orçamento antes de chegar na sua reputação.
Ler o ensaio →O único vetor do problema que você resolve sozinho, e o mais difícil de encarar.
Ler o ensaio →Como você constrói reputação intelectual durável num mercado de atenção de quarenta e oito horas.
Ler o ensaio →O argumento inteiro, do diagnóstico ao método, escrito para você, que passou a vida investindo em ofício e nunca parou para pensar em marca.
Comecei em publicidade e nunca saí, mas mudei de lugar dentro dela. Passei por criação, por estratégia e por mídia, fundei agência, coloquei mais de cinquenta lançamentos digitais na rua e atendi mais de cem clientes, do consultório de um médico excelente até indústria com fábrica e sindicato. Estudei em MIT Professional Education porque queria entender inovação pelo lado do método, e não pelo lado do palco.
Em algum momento ficou óbvio que o problema recorrente não era o produto nem a mídia: era gente como você, boa demais e sem conseguir explicar o próprio valor, cobrando menos, aparecendo menos e perdendo espaço para quem só sabia falar. Hoje é isso que eu faço, com consultoria, palestra e texto, e é o assunto do livro que estou escrevendo.
Trabalho bom não fala por si, quem fala é você.
Sem formulário no meio: a conversa começa no WhatsApp e a resposta é minha.